Recurso

Recurso

Social channels

PRINTINGINSIGHTS

PrintingInsights social channels


Instrumento

Navegue por nossa seção de recursos para ver importantes informações sobre o setor e downloads relacionados a nossos produtos e experiência

GLOSSÁRIO

Com o Glossário Distribuidores e Impressores podem encontrar os termos técnicos mais usados no setor de Impressão Offset e Flexográfica. Para outras informações técnicas, envie um email para printingsm@trelleborg.com


LOCALIZADOR DE REVENDEDORES

O aplicativo e-Dealer Locator, usando a tecnologia Google Maps, mostra o caminho mais curto para nossos revendedores oficiais, dando detalhes atuais de contato (endereço, número de telefone, email e site).

Encontre um revendedor

APLICATIVO IOS PARA IMPRESSORAS

O Aplicativo iOs para Impressoras permite acessar informações técnicas sobre blanquetas Vulcan®, Rollin® e Printec® para as seguintes aplicações:

Coldset, Rotativa Comercial, Alimentação de Folha, Embalagens, Decoração em Metal, Pote Plástico, Formulários Comerciais e a nova linha de reservas de verniz sem tecido.

Baixe agora no iTunes: clique aqui

APLICATIVO ANDROID PARA IMPRESSORAS

Aplicativo Android para Impressoras permite acessar informações técnicas sobre blanquetas Vulcan®, Rollin® e Printec® para as seguintes aplicações:
Coldset, Rotativa Comercial, Alimentação de Folha, Embalagens, Decoração em Metal, Pote Plástico, Formulários Comerciais, Reservas de Verniz.

Baixe agora na Google Store: clique aqui

Downloads

Aplicativo móvel para impressoras e fichas de dados técnicos com recursos e performance das blanquetas de impressão Vulcan, Rollin e Printec.

Instrumento para Distribuidores

Vídeos Mais Recentes sobre Impressão

GLOSSÁRIO

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ

A

Afundamento 
Afundamento é o processo mediante o qual uma blanqueta cai para um nível inferior ao seu nível quando nova. Pode ser uma pequena seção, a borda dianteira ou toda a blanqueta. O afundamento de uma pequena seção da blanqueta pode ser um defeito de fabricação, ou pode ser que o afundamento seja um choque, mas o culpado não seja encontrado. Em alguns casos, há maneiras de diferenciar usando um escopo de alta potência. Um choque tem bordas acentuadas, enquanto um afundamento tem bordas suaves que levam ao resto da blanqueta.

A borda dianteira de uma blanqueta pode não suportar a borda afiada da queda do cilindro e cair logo antes da queda.
A impressão nessa área agora é muito difícil, a menos que o cilindro seja fortalecido para compensar as fibras destruídas na blanqueta.
O afundamento da borda dianteira também pode ser decorrente de técnicas de torque impróprias.
Quando uma blanqueta recebe torque excessivo, [1]as camadas no centro são esmagadas e não têm a performance desejada.
Novas blanquetas têm uma propriedade de acomodação.
Quando colocadas no cilindro, as fibras se acomodam e o ar é retirado do material, fazendo com que a blanqueta se acomode um ou dois milésimos.
Isso não é considerado afundamento.
A blanqueta é considerada acomodação.
Quando isso acontece e o torque da blanqueta é reajustado, ela deve funcionar sem problemas e sem mais assistência.
No entanto, há blanquetas com fabricação ruim que afundam com alguns milhares de impressões e não mantêm a medida.
Essas blanquetas são construídas incorretamente no estágio de planejamento, ou são defeituosas.

Alimentação
(Papel) Uma blanqueta de alimentação positiva tende a "dar mais papel". A tensão do papel após a unidade de impressão diminui em comparação à unidade de alimentação. Isso significa que a bobina tende a balançar, devido à perda de tensão.   

Com uma blanqueta de alimentação negativa/neutra, a tensão do papel é maior do que na alimentação. Isso significa que a bobina chegará firme à próxima unidade de impressão..   
     
Exemplo de blanqueta com alimentação positiva:   
Suporte da bobina: 200 N  Alimentação: 220 N Carga de célul: 170 N ou menos que a unidade de alimentação
     
Exemplo de blanqueta com alimentação negativa:   
Suporte da bobina: 200 N  Alimentação: 220 N Carga de célula : 220 N ou mais que a unidade de alimentação
     
Com uma blanqueta com alimentação positiva, a bobina tende a seguir o cilindro principal da blanqueta, o que resulta em liberação incorreta do papel.

Alongamento
O esticamento da blanqueta pode ser definido como "a quantidade de alongamento sob uma certa carga".
A medição do alongamento é determinada pelo design e a qualidade das fábricas têxteis usadas no processo de fabricação.
Em blanquetas Vulcan, as fábricas utilizadas são tecidas apenas com os fios de algodão da mais alta qualidade, e isso contribui para sua resiliência, resistência a esticamento e flexibilidade de força geral.
O algodão bruto usado nas fábricas (têxteis) é fiado em maquinário de ponta, formando fios que são tecidos em fábricas com design especial.
Após o fim das operações de tecelagem, os rolos de fábricas passam por inspeção para detectar defeitos como pequenos nós, rupturas ou pequenos furos.
Algumas fábricas, dependendo de sua função ou posição no design da blanqueta, também passam por um processo de esticamento, que ajuda a reduzir o fator de alongamento a um nível extremamente baixo.
Na verdade, é mais fácil tensionar uma blanqueta de baixo alongamento com a carga adequada durante a montagem.
Além disso, serão necessárias menos operações de retensionamento, e a blanqueta perderá menos espessura durante e após a instalação. 

B

C
Compressibilidade e Capacidade de Recuo
 
Em uma blanqueta de impressão offset compressível, a compressibilidade é o fator que mais influencia a performance dinâmica da prensa e a qualidade da impressão.

Em relação às blanquetas de offset, a compressibilidade é a capacidade de redução de volume de um substrato submetido à carga.
As blanquetas compressíveis Vulcan possuem na carcaça uma camada compressível especialmente projetada, que permite que a estrutura seja comprimida no bico de impressão sem criar "inchaços" em qualquer um dos lados do bico (consulte a ilustração)
A compressibilidade das blanquetas offset é um fator muito importante no processo de impressão.
A faixa correta de compressibilidade evita pressões de impressão excessivas, e deve ajudar a prolongar a vida útil da prensa, das blanquetas e das placas.
Além disso, o fator de compressibilidade também permite que a blanqueta se recupere de forma suficiente e rápida após choques, sem distorcer a qualidade[1]da impressão.
E por fim, mas não menos importante, diminui consideravelmente o tempo de produção.
Além da compressibilidade da blanqueta, existe o fator da capacidade de recuo ou resiliência.
Não se deve confundir essa característica com a compressibilidade, pois é bem diferente e não pode ser medida com os mesmos instrumentos.
De fato, a capacidade de recuo ou resiliência é medida com um Testador de Recuo e/ou Resiliômetro.
A compressibilidade, por sua vez, é testada com um Cady-Fag ou equipamento de laboratório como um Testador Instron.

D 

Deslizamento 
Deslizamento, ou o movimento do calço ao longo da superfície do cilindro, pode ocorrer se a velocidade da superfície do cilindro não estiver sincronizada, ou se a tensão das blanquetas estiver incorreta.
Mesmo folhas autoadesivas se movimentam em cilindros de blanqueta quando há uma diferença de velocidade entre a blanqueta e os cilindros de impressão!

Durabilidade

A capacidade de uma blanqueta de durar por muito tempo sem deterioração significativa depende de vários fatores.
Depende do substrato utilizado, do equilíbrio químico, da qualidade do trabalho e da própria blanqueta.
Cada um desses fatores afeta a vida útil da blanqueta.
Substratos – alguns substratos são piores para as blanquetas.

lástico, papel com muito cálcio, cabeçotes ásperos ou acabamentos pouco comuns deterioram as blanquetas.
Química – Química bem equilibrada afeta mais as blanquetas do que se imagina.
Química incorreta permite o acúmulo de tinta, causando problemas como desgaste, enquadramento de janela, e vários outros problemas de impressão relacionados à tinta e à blanqueta.
E há também a questão da mistura de aplicações, como impressão UV, convencional e híbrida.
Por isso é preciso testes para recomendar uma blanqueta.
Qualidade do trabalho – Há dois lados no uso de cada produto.
De um lado, o fabricante precisa produzi-lo corretamente, e do outro, precisa ser usado corretamente.
Não importa se a blanqueta é boa: sua performance não atingirá seu potencial se ela não for empacotada corretamente, torqueada corretamente nem mantida durante a operação.
A blanqueta – Nem todas as blanquetas têm a mesma performance.
Os fabricantes fazem diversas blanquetas por um motivo.
Blanquetas são feitas para diferentes substratos, diferentes aplicações, para combater preços ou para diferentes tipos de prensas.
O truque é encontrar a melhor blanqueta para a prensa e a aplicação.
Cada oficina tem suas próprias características e apenas pode comparar blanquetas em seu próprio ambiente.
Algumas oficinas podem operar blanquetas por milhões de impressões, enquanto outras as trocam constantemente.
É difícil comparar duas oficinas.
Cada oficina procura diferentes qualidades em uma blanqueta. Para alguns é a durabilidade. Para outros, capacidade de impressão. E para outros, liberação.

Dureza 
A dureza das blanquetas offset é medida geralmente na escala Shore A.
Muitos impressores sabem que há no mercado blanquetas moles, semiduras e duras.
Quando um impressor solicita ao fornecedor uma blanqueta "dura", isso significa que ele quer uma blanqueta dura, ou uma com menor compressibilidade?  

Mesmo hoje ainda existe alguma confusão sobre dureza Shore e como medir essa característica corretamente.
Como mencionamos antes, é possível dividir uma blanqueta de impressão offset em dois componentes: a superfície de impressão (face) e a carcaça (geralmente configuração de 3 ou 4 chapas).
A superfície de impressão é 100% borracha, enquanto a carcaça é uma estrutura composta de fábricas têxteis e borracha ou ligas de poliuretano entre as chapas.
Consideradas em separado, essas duas partes têm dureza diferente.
Um durômetro Shore A portátil, se usado na superfície de impressão da blanqueta, mostra um certo valor até que a agulha penetre na superfície e encontre resistência da carcaça.
Portanto, ao medir a dureza de uma blanqueta de impressão, é a camada de fábrica superior que altera substancialmente a leitura do durômetro.

Observe que as medições de durômetros Shore A não foram criadas para medir com precisão a dureza de um composto de fábrica e borracha.
O teste de durômetro é geralmente feito para medir a dureza de um pequeno pedaço de borracha em chapa sem fábrica.
Portanto, o valor da carga média permite que o impressor entenda melhor a dureza da blanqueta.

E   

Espessura 
Espessura  (blanqueta) No campo de impressão, a espessura exigida de uma blanqueta é geralmente indicada pelo uso dos termos 4 chapas ou 3 chapas, ou pela indicação da espessura como 1,95 e 1,70 mm (0,077" e 0,067") com tolerâncias apropriadas.
Ambas as indicações são para valores nominais!
Uma blanqueta de 4 chapas tem geralmente uma estrutura de 4 chapas (4 camadas têxteis na carcaça), enquanto uma referência de espessura é na faixa de ± 1,95 mm (± 0,077") devido à natureza do processo de fabricação da blanqueta.
Em alguns casos, quando impressores falam de uma blanqueta com espessura de ± 1,95 mm, podem estar se referindo a uma blanqueta de 4 chapas que tem uma carcaça com estrutura de 3 chapas.
Normalmente, uma verdadeira blanqueta com estrutura de 4 chapas tem maior estabilidade no cilindro da blanqueta durante o processo de impressão, em comparação com uma blanqueta de 1,95 mm de 3 chapas.
A tendência atual, no caso de blanquetas com 4 chapas, é de se aproximar da faixa de 1,94 - 1,98 mm (0,0765" - 0,078") em vez de 1,90 - 1,94 mm (0,075"-0,0765").
O maquinário europeu de impressão offset exige, em geral, blanquetas de ± 1,95 mm - 4 chapas, com um número muito limitado de prensas usando material de 3 chapas - 1,70 mm.
A situação do maquinário construído nos EUA é o inverso.
Sabe-se que a espessura
É óbvio que uma grande variação de espessura em uma única blanqueta influencia a qualidade da impressão.
Para obter as melhores condições de impressão possíveis, o cilindro da blanqueta deve estar em condição impecável, o material de calço usado deve ser duro, com a menor variação possível em medida, e deve-se seguir as instruções do fabricante da prensa tanto quanto possível.
De acordo com normas internacionais, uma variação total de 0,02 mm (0,0012") em espessura em uma blanqueta compressível de um metro quadrado é aceitável.

F

G

Ganho de ponto
Ganho de ponto é a diferença entre o ponto visado originalmente e aquele reproduzido.
Ganho de ponto é causado quando uma imagem é transferida de uma fonte para outra.
Isso inclui a transferência da tinta da placa para a blanqueta e novamente da blanqueta para o substrato.
Outras coisas que influenciam o ganho de ponto são a taxa de absorção do substrato, tintas e definições da prensa.
O ganho de ponto é levado em consideração durante o processo de impressão e pode ser regulado na área de pré-prensa.
O grau aceitável de ganho de ponto depende do substrato. 

H

I

Imagem fantasma
Marcação de borda Quando uma imagem do trabalho anterior aparece no trabalho seguinte. Especificamente, o que ocorre é que uma imagem, como tipo, do trabalho anterior que afeta a superfície da blanqueta de maneira a alterá-la. Isso, por sua vez, aparece como uma imagem leve no próximo trabalho. Chamamos isso de memória ou imagem fantasma no trabalho seguinte.

Indentação 
Indentação é o valor da compressão de uma blanqueta de impressão offset quando presa em um bico de impressão.
É expressa em centésimos de milímetro ou milionésimos de polegada.
Não confunda a indentação com outros termos como altura acima do suporte, pressão ou impressão [1][1][3]Devido ao design ou à finalidade da blanqueta, pode ser necessário um valor alto ou baixo de indentação para alcançar as características adequadas da impressão.
Blanquetas de baixa indentação, como blanquetas convencionais, precisam ser embaladas com precisão extrema, especialmente após choques.
A indentação mínima necessária para a performance bem-sucedida de uma blanqueta offset não deve ser menos que 0,8 mm (0,003").
Os impressores devem ter em mente que, embora cada blanqueta offset compressível tenha um valor de indentação apropriado, pesquisas de campo mostram uma preferência por blanquetas com uma faixa de indentação de 0,10 - 0,15 mm (0,004" - 0,006").

J
K

L

Liberação 
Liberação é a capacidade do papel de se soltar ou ser liberado da blanqueta, durante o processo de impressão.
É um dos termos mais sobreutilizados na impressão.
Nosso setor clama por liberação melhor sempre que vemos um ponto alongado, mas há muitos fatores que influenciam este fenômeno.
Prensas – Em alimentação de folha, dispositivos de registro, incluindo garras, podem estar sujos ou precisar de calibração.
Em moldes de bobina, o posicionamento do molde pode estar incorreto, colocando toda a cobertura em um lado de um molde e nada no outro lado, puxando de forma incomum de um lado para outro.
O layout da máquina também afeta a maneira como o cabeçote puxa uma blanqueta.
Algumas prensas de bobina possuem unidades empilhadas, e a unidade superior fica um pouco para a frente da unidade inferior.
Isso causa questões adicionais e afeta ainda mais a forma como os moldes são colocados.
-Tinta – A tinta afeta a liberação de algumas maneiras
A liga e a viscosidade têm um impacto direto na liberação. Quanto maior a liga/viscosidade, pior a liberação.
No entanto, uma liga baixa demais produz diversos outros problemas de impressão, sem mencionar borrifos de tinta à medida que ela passa pelos rolos da prensa.
-Tensão superficial – Algumas blanquetas têm liberação melhor que outras.
Algumas são construídas em camadas, o que permite liberação melhor, e têm superfície mais áspera, permitindo que o papel deixe a blanqueta mais facilmente.
-Limpeza de blanqueta – Outro fator na liberação são os diferentes tipos de química usados como lavagem de blanqueta.
Há vários tipos diferentes de lavagens, todas criadas para diferentes aplicações.
Algumas regeneram a superfície aveludada e suave das blanquetas, outras usam substâncias potentes para eliminar o cálcio e a tinta, quase derretendo a superfície.

M

Marcação de borda 
Marcação de borda é causada por fibras de papel deixadas na blanqueta, causando acúmulo na superfície.
O acúmulo corta a superfície da blanqueta.
A marcação de borda acontece na superfície da blanqueta, na borda da folha ou bobina, e é influenciada por alguns fatores diferentes: a borracha da superfície da blanqueta e a utilização de recursos da sala de prensa.   

N
O

P 

Perda de medida  
Uma blanqueta offset perde parte da espessura durante a montagem, devido à tensão inicial aplicada durante o processo de montagem e as operações iniciais de impressão.

Uma nova blanqueta, depois de tensionada no cilindro, perde medida porque as camadas têxteis são esticadas durante a instalação.
Nos primeiros dias das blanquetas de impressão offset, as fábricas têxteis utilizadas nas blanquetas tinham um alto fator de alongamento, como 2-3%.
As exigências atuais de performance de impressão exigem blanquetas com esticamento menor, que "se acomodam" muito rapidamente ao cilindro, com a menor perda de espessura possível.   

Uma blanqueta de impressão com espessura de 1,95 mm, após ser tensionada no cilindro, pode perder 1-2% em espessura, com uma perda adicional de mais 1% durante a operação da prensa (veja a ilustração 10).
Quanto menor a perda de medida, mais estável é a blanqueta no cilindro e, consequentemente, serão necessárias menos operações de retensionamento durante a impressão.   

Q

R 

Resistência a Choque 
Marcação de borda é causada por fibras de papel deixadas na blanqueta, causando acúmulo na superfície. O acúmulo corta a superfície da blanqueta.
A marcação de borda acontece na superfície da blanqueta, na borda da folha ou bobina, e é influenciada por alguns fatores diferentes: a borracha da superfície da blanqueta e a utilização de recursos da sala de prensa.

As superfícies das blanquetas fazem a diferença no corte de borda. Algumas blanquetas têm uma superfície rígida e resistem ao corte de borda, enquanto outras têm uma superfície mais suave e cortam com facilidade. Os compostos químicos que formam a borracha da superfície fazem diferença no corte de borda, mas outro fator importante é o próprio material. Todas as blanquetas cortam em algum momento, mas a diferença é a frequência.

S 

Superfícies de blanqueta 
A estrutura, o perfil e a dureza da superfície da blanqueta de offset são extremamente importantes para a performance da impressão.
Além disso, imperfeições na superfície causam alguns problemas de impressão; assim, são estabelecidos padrões de produção para garantir a maior qualidade da superfície de impressão.
Não é tarefa fácil desenvolver um composto de borracha adequado para a superfície de impressão de uma blanqueta usada para impressão offset de alta qualidade.
A dificuldade se deve ao conflito entre exigências químicas e mecânicas, que pode surgir durante a operação de impressão.
A superfície da blanqueta precisa ter uma personalidade "dupla".
O composto de borracha da superfície precisa ser capaz de tomar a máxima quantidade possível de tinta da placa de impressão sem distorcer a imagem, e transferi-la ao redor de quase metade do cilindro para o cabeçote de impressão.
Essa operação deve ser feita em altas velocidades circunferenciais.
A liga da superfície de impressão deve continuar baixa, para garantir o acúmulo mínimo de poeira de papel, sujeira e tinta.

T
Tensionamento
 
Tensionamento uma blanqueta no cilindro é uma operação essencial, é deve ser feita com precisão para:
1)garantir que a blanqueta se ajuste à superfície do cilindro, especialmente na área do espaço.
2)evitar o deslocamento dos calços.
3)evitar o movimento da blanqueta, devido à tensão insuficiente, durante operações de impressão.
O valor exato do tensionamento depende do tipo da prensa e do design do sistema de bloqueio da blanqueta.
É extremamente difícil, se não impossível, para o fabricante da blanqueta fornecer detalhes e recomendações precisos sobre tensionamento.

CADA TIPO DE PRENSA pode demandar um valor diferente de tensionamento, devido a:   
♦    tipo e design do sistema de bloqueio da blanqueta.   
♦    quantidade de tensão transmitida do sistema de bloqueio para a blanqueta. É muito importante entender que a impressora aplica tensão ao sistema de bloqueio, que, por sua vez, aplica tensão à blanqueta.  O sistema de bloqueio, dependendo das taxas mecânicas (marchas), pode transmitir uma fração ou um múltiplo da tensão inicial para a blanqueta.
♦    diâmetro do cilindro da blanqueta.  
♦    tipo de calço usado.  
♦    limpeza, lubrificação e desgaste do sistema de bloqueio do cilindro da blanqueta.  
♦    variações nas propriedades de esticamento de um tipo de blanqueta para outro.  
♦    variações nas técnicas de montagem de um operador para outro.   

O tensionamento excessivo pode causar alta perda de medida, rachadura no espaço e retirada da barra. A tensão insuficiente, por outro lado, pode criar problemas como duplicidade, lentidão, movimento da blanqueta, deslocamentos de registro e desgaste da placa.
Das duas práticas, o excesso de tensão é a causa mais prevalente de problemas.   
          

U
V
W
X
Y
Z